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sábado, 20 de maio de 2017

Tesla Model 3 no Brasil - E você, está preparado para essas mudanças?

A ABVE

A Associação Brasileira do Veículo Elétrico é uma associação civil de direito privado sem fins econômicos, que prioriza a atuação junto às autoridades e entidades empresariais relacionadas ao setor automotivo, visando a tomada de decisões que incentivem o desenvolvimento e utilização de Veículos Elétricos. (link no final deste post).

Notícia atual: Tesla Model 3

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O Tesla Model 3 está chegando e deve trazer consigo um novo pacote de tecnologia embarcada que mudará o panorama dos serviços que envolvem o setor automotivo. 

Feito para ser autônomo, o elétrico de Elon Musk será minimalista, já visando também o mercado de carros compartilhados, que deve retirar do mercado milhares de consumidores tradicionais e conquistar muitos mais. 

Estes migrarão para serviços que permitam o uso do automóvel apenas quando necessário, pagando por km rodado. Ford e GM, além da própria Tesla, já vislumbram esse mercado, que deve gerar bilhões de dólares anuais em assinaturas. A chinesa Lynk & Co, por exemplo, também acredita nesse novo meio em detrimento do mercado comum. 

O comércio de automóveis, puro e simples, também deve ser impacto com operações online. Tesla e Lynk & Co não possuem concessionárias tradicionais e apenas lojas com show room deverão ser abertas para exibição de produtos e serviços, enquanto a compra será feita de forma virtual, com entrega do veículo na casa do cliente. tesla-concessionaria Carro autônomo mudará panorama do setor de serviços Um pós-venda diferente Além da inexistência de concessionários e oficinas autorizadas já estabelecidos, esse novo setor do mercado automotivo também deve mudar completamente os serviços de pós-venda. 

No caso dos veículos autônomos e elétricos, adquirir um novo acessório ou funcionalidade não obrigará o proprietário à ir ao revendedor. Uma atualização rápida através da conexão remota entre carro e fabricante, mudará até a performance do veículo. Por ser elétrico, boa parte dos custos de manutenção tradicionais serão cortados, ficando os demais atrelados ao serviço de retirada-entrega do veículo. 

Pausa para ver um vídeo sobre:




Sem um pós-venda comum, o comércio de peças de reposição também deve sofrer com a relação mais íntima entre fabricante e cliente, já que este último acabaria deixando a reparação nas mãos da montadora, através do mesmo processo de retirada-entrega do veículo e, possivelmente, com um carro compartilhado disponível enquanto for necessário. 

Tudo isso ainda com um comércio de automóveis quase que tradicional, tendo fabricantes de um lado e clientes do outro. No caso do compartilhamento, não haverá mais esses dois grupos, que serão convertidos em provedores de serviço e usuários. Com a condução autônoma, o usuário ou mesmo o proprietário de um automóvel, poderá se beneficiar de um seguro mais em conta. 

De acordo com a Morgan Stanley, o seguro para um Tesla após a função de mudança automática de faixa, caiu 40%. Com estimativa de aumento da segurança em 90%, o seguro para automóveis cairá bastante, reduzindo assim os custos, não só para proprietários, mas também para usuários dos serviços de compartilhamento. Deve-se lembrar que no primeiro caso, o dono de um carro poderá também compartilhar seu veículo, gerando assim uma renda extra. 



A própria condução autônoma possibilitará ao provedor de serviço de transporte, seja empresa ou indivíduo, enviar o veículo ao local do usuário, evitando assim seu deslocamento até um ponto de retirada ou estação do serviço. Outro ponto interessante é que a tecnologia desobrigará o usuário de portar uma licença para dirigir, já que toda a condução estará nas “mãos” do veículo. Isso afetará diretamente os centros de formação de condutores. 

A ampliação de serviços como Uber e Cabify, por exemplo, já desestimularia muitas pessoas a deixar de lado a obtenção de uma CNH. Sem o custo de aquisição de uma licença para dirigir, os usuários gastarão mais tempo e dinheiro com outras coisas. mb-generation-eq-wireless-charge Carro autônomo mudará panorama do setor de serviços Menos carros, trânsito e combustíveis Junto com essa tecnologia, a propulsão elétrica será outra aliada importante na evolução desse novo mercado. 

Com a conexão entre veículo e empresa de serviços, a recarga das baterias se dará de forma automática quando o veículo não estiver em uso, através de pontos de energia via wireless. Mesmo em rodovias, já existem projetos para faixas wireless, que recuperarão a energia das baterias dos carros elétricos durante a condução, reduzindo o tempo de recarga e mantendo os automóveis em uso por mais tempo. Isso deve também reduzir a necessidade de mais vagas de estacionamento e, consequentemente, produzir uma frota de veículos em circulação bem menor. 

Até mesmo o setor de veículos comerciais também se afetado com a introdução de vans e caminhões elétricos ou híbridos, assim como o transporte urbano e rodoviário. Com as tecnologias utilizadas nos carros autônomos, integrados aos outros veículos (V2V) e ao gerenciamento de tráfego (V2I), o trânsito deverá fluir melhor e de forma mais segura. Mas, o maior impacto dessas novas tecnologias recairá sobre a indústria do petróleo. 

Com carros elétricos, a necessidade de combustível será reduzida drasticamente. Ainda assim, isso não deverá significar o fim do combustível fóssil. Para alimentar uma enorme frota de veículos elétricos de forma sustentável, somente através de enormes parques eólicos e solares. Até se chegar ao nível de sustentabilidade, os fornecedores de energia terão de utilizar as matrizes atuais que, em muitos casos, ainda queimam petróleo. 

Nem todos os países possuem matrizes energéticas ecologicamente corretas ou sustentáveis, importando combustíveis fósseis (gás, petróleo) e minerais (tais como o carvão) para produção de energia. Os mais desenvolvidos usam as caras, complexas e perigosas usinas nucleares, enquanto outros usam seus recursos hídricos de forma mais eficiente na forma das hidrelétricas. 

Ainda assim, necessidade de petróleo nas bombas será enormemente reduzida. Com menos combustível nos carros, menor será a necessidade de postos, o que impactará diretamente esse mercado, que movimenta trilhões de dólares anualmente. As petrolíferas tentam se reinventar com investimentos em formas mais sustentáveis de produção de energia, não só pela mudança no panorama do mercado consumidor nos próximos anos, mas também pelo inevitável fim do petróleo, cujas reservas devem durar só mais algumas décadas. 

Hidrogênio, etanol e combustíveis sintéticos aparecem como alternativa. Por fim, o consumidor deverá mudar completamente sua visão em relação ao automóvel. Pelo menos é o que as empresas estão apostando com carros elétricos, autônomos e compartilhados. 

A mudança de propriedade privada para economia compartilhada deve atrair mais os consumidores jovens e uma geração mais conectada, mas o mercado consumidor tradicional ainda terá muitos anos pela frente. Afinal, nem todo mundo deixará de ser proprietário para virar usuário. 

As montadoras que mais apostam em compartilhamento sabem bem disso. Só não sabem até quando isso irá durar nas próximas gerações. 

Os governos em parte já estão buscando leis para favorecer a condução autônoma, mas no caso de serviços, a coisa fica mais complicada por conta de sindicatos e entidades ligadas aos setores que serão impactos, pois milhares ou milhões de empregos estarão em jogo. 

E você, está preparado para essas mudanças?

www.abve.org.br

www.tesla.com

Chegou a vez do Brasil fabricar um carro elétrico?


Chegou a vez do Brasil fabricar um carro elétrico?
O "Seed Green City Car" deverá ter uma autonomia de 100 km. [Imagem: Vez do Brasil]
Infelizmente, nenhuma delas é nacional.
Mas será que chegou a vez do Brasil produzir um carro não apenas brasileiro, mas também elétrico?
Esta é a proposta de uma empresa que parece ter escolhido caprichosamente seu nome: VEZ do Brasil.
A empresa emergente está procurando investidores para colocar em prática o projeto de um carro 100% elétrico.
Elétricos e híbridos
Hoje, apenas China, Japão, Índia e Itália produzem um automóvel 100% elétrico a custos razoáveis.
A proposta de um carro 100% elétrico se diferencia de um automóvel híbrido, que combina um motor de combustão interna com um gerador, um conjunto de baterias e um ou mais motores elétricos.
Já os carros puramente elétricos não possuem um motor a combustão e são integralmente movidos à energia elétrica, geralmente fornecida por baterias ou por células a combustível.
Chegou a vez do Brasil fabricar um carro elétrico?
A plataforma Seed será usada para fabricar diversos modelos de veículos superleves. [Imagem: Vez do Brasil]
Semente de carro elétrico
A ideia da VEZ do Brasil é fabricar uma plataforma, chamada SEED, de propulsão totalmente elétrica, para a construção de diversos modelos de veículos de pequeno porte.
No momento, a empresa está negociando a última fatia de 25% de participação societária, para início da fabricação e comercialização dos carros modelos SEED-City Car e SEED-Utilitários.
Segundo a empresa, a proposta é que o primeiro modelo seja lançado oficialmente até o final deste ano.
A linha SEED terá velocidade máxima de 120 km/h e autonomia de 100 km, o que é pouco mesmo para a tecnologia atual das baterias e para veículos de uso tipicamente urbano.
Veículos elétricos nacionais
O Brasil já fabricou dois modelos de carros elétricos totalmente nacionais, em 1974 e em 1981, feitos pela extinta Gurgel.
Há cerca de dois anos, o empresário Eike Batista anunciou a criação da FBX, uma fábrica nacional de carros elétricos, com planos de iniciar suas operações em 2014.

Está em andamento também a construção de uma fábrica de motos e bicicletas elétricas, no estado do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Mulher: Faça Termografia dos seios para detecção de câncer,

Assista ao video e pesquise sobre as diferenças, interesses comerciais envolvidos.

Nos Estados unidos, europa e Asia já utilizam a muitos anos esta técnica da Termografia,


"Haverá mais casos de câncer da mama 
provocados pela mamografia, do que mulheres salvas 
da morte pela descoberta precoce de lesões"
Dr. John Goffman

domingo, 23 de outubro de 2016

Como Melhorar A Visão - Exercícios Para a Saúde dos Olhos

Amigos, boa tarde!

Há duas semanas mais ou menos, descobri videos sobre os cuidados com nossa visão, prática de exercícios que podem até mesmo devolver nossa melhor visão sem a necessidade de usar os óculos!

Portanto, tenho o maior prazer e urgência em compartilhar este conhecimento que por exemplo, os chineses já os conhecem a milênios e repassam para as suas gerações. vejam o vídeo do link 3.

"A visão é o sentido do qual mais dependemos. Como vivemos em um mundo que exige que os olhos encarem letras e imagens pequenas em celulares, computadores e televisões rotineiramente, é importante tomar medidas para melhorar a visão, pois problemas nela diminuem a qualidade de vida e podem levar a cirurgias caras ou à cegueira parcial. Há, no entanto, muitas soluções para manter uma visão saudável e nítida pelo resto da vida. Não ignore seus olhos!"


1- Não use mais óculos!!

2- Como melhorar a visão com exercícios




2- Exercícios para os olhos - Educação Infanto Juvenil Chinês


3- Cultura Chinesa - Conhecendo o Próprio Corpo
臉部按摩及眼睛放鬆法
(Massagem da face e Relaxamento dos olhos)


sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Brasil: Juiz obriga a correção do FGTS pela inflação

Juiz obriga a correção do FGTS pela inflação em pelo menos 20 processos

Outros cinco casos já haviam sido julgados favoravelmente; Caixa também não conseguiu reverter as primeiras condenações, que estimularam a avalanche de ações sobre o tema

 Caixa Econômica Federal sofreu cerca de 20 novas condenações que a obrigam a corrigir o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pela inflação, e não pela Taxa Referencial (TR), como determina a lei.
As sentenças foram dadas pelo juiz Diego Viegas Véras, o mesmo que havia sido responsável pelas quatro primeiras decisões nesse sentido, em 15 de janeiro. Ele também negou os recursos apresentados pela Caixa nesses casos.
Para Viegas, que atua como juiz-substituto da 2ª Vara Cível de Foz do Iguaçu, os trabalhadores têm direito a que o FGTS seja corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-E), em vez de pela Taxa Referencial (TR), como prevê a legislação, pois essa última não garante a correção monetária dos saldos.
Além de Véras, a ideia da correção pela inflação já foi aceita em um processo por um juiz de Pouso Alegre (MG).
Decisões fortalecem avalanche de processos
As primeiras cinco condenações fortaleceram uma avalanche de processos que tomou força a partir de 2013. Segundo o último número disponível, já existem 39.269 mil ações que pedem a correção do FGTS pela inflação. Como muitas dessas são coletivas, a quantidade de pessoas representadas é ainda maior.
A Caixa, que já venceu em 18.363 desses processos, apresentou então embargos de declaração contra as sentenças de Véras. Nesta semana, o juiz negou os pedidos em três dos processos, e acusou o governo de implementar projetos às custas de uma “quase nula atualização monetária” do dinheiro que os trabalhadores têm no fundo.
Os recursos do FGTS são usados, sobretudo, para financiar habitação. Mas, para Véras, “ainda que a pretexto de implementação de políticas públicas”, o Estado não pode usar dinheiro particular sem pelo menos garantir a manutenção do poder de compra desses recursos.
A Caixa diz contabilizar apenas 6 decisões contrárias e ressalta o fato de elas terem ocorrido em apenas duas Varas (Foz do Iguaçu e Pouso Alegre). A instituição informa ainda que saiu vitoriosa em uma ação coletiva movida pela Força Sindical em Brasília.
"Em mais de 200 subseções da Justiça Federal os juízes entendem como correto o índice de correção aplicado pelo FGTS. Apenas 2 divergem", informou, em nota. "E os Tribunais têm mantido o entendimento. Já temos decisões favoráveis em grau superior dos tribunais da 3ª (São Paulo), 4ª (Porto Alegre) e 5ª (Recife) regiões."
O banco presidido por Jorge Hereda também tem argumentado apenas cumprir a lei e que uma eventual correção dos saldos do FGTS pelp IPCA-E também levará a um aumento das taxas de juros cobrados nos financiamentos imobiliários. A Caixa entende ainda que, como é apenas a operadora do fundo, quem deverá bancar as correções é o próprio FGTS.
Decisões favoráveis são minoritárias
Além dos quatro casos paranaenses, a Caixa também enfrenta uma derrota em Pouso Alegre (MG). Lá, o juiz Márcio José de Aguiar Barbosa, titular da 1ª Vara Federal Cível, determinou a correção do saldo do FGTS de um trabalhador pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
As decisões favoráveis aos cotistas, porém, ainda são minoritárias mesmo na primeira instância. Na última segunda-feira (27), o juiz José Denilson Branco, da 3ª Vara Federal e Santo André (SP), negou um pedido com o argumento de que a legislação não exige que a correção do FGTS reflita a inflação real. Até o momento, não há notícias sobre decisões favoráveis nos Tribunais Regionais Federais (TRFs).
Na semana passada, a Defensoria Pública da União (DPU) informou que preparava uma ação coletiva para solicitar a correção a todos os trabalhadores. Só não serão beneficiados por uma eventual decisão favorável nesse caso aqueles trabalhadores que perderam em ações individuais.
Entenda a disputa
Desde 1991, os saldos do FGTS são corrigidos pela TR, que é definida regularmente pelo Banco Central. Essa mudança foi feita pelo presidente Fernando Collor (1990-1992) como parte do esforço para combater a hiperinflação do País, por meio do desatrelamento das correções dos contratos de índices inflacionários – o que ficou conhecido como desindexação da economia.
A partir de 1999, entretanto, a TR passou a perder para a inflação e, com isso, o poder de compra do dinheiro que o trabalhador tem no FGTS passou a ser corroído pela elevação dos preços. E, diferentemente do que acontece na poupança, que também é corrigida pela TR, não é possível sacar esses recurso a qualquer momento para buscar uma melhor remuneração.
Para os críticos, esse mecanismo causou perdas de até 100% para quem tinha saldo no FGTS em 1999 – à época, o fundo possuía 65 milhões de contas. Por esse motivo, trabalhadores e organizações (como sindicatos e associações) têm procurado a Justiça para pedir que a TR seja substituída por um índice que mede a inflação.
Esse movimento ganhou corpo no ano passado, depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a TR não pode ser usada como índice de correção monetária nos precatórios, que são dívidas dos governos com a população. A ideia é que a mesma interpretação possa ser aplicada também ao FGTS, onde a lei estabelece que as contas devem ter correção monetária, mas impõe um índice que não garante a reposição da inflação.

domingo, 5 de junho de 2016

Muhmmad Ali: "O impossível não é um fato consumado. É uma opinião."

Muhammad Ali, que morreu neste 4 de junho de 2016, não foi apenas um mito do boxe: foi parte integrante da cultura popular de sua época. Ao longo de seus 74 anos de vida, ele mostrou força dentro dos ringues, mas também fora dos combates, como uma referência ideológica, e não apenas para a população afro-americana. Suas declarações viraram aforismos quase tão importantes quanto as suas realizações de atleta. Muitas vezes arrogante, em outras, filosófico, na maioria delas levado pelo emocional, seguem-se algumas de suas afirmações mais relevantes:

Muhammad Ali
Muhammad Ali conversa com jornalistas em Nova York, em 1976.  CORDON
1. “Cassius Clay é o nome de um escravo. Não foi escolhido por mim. Eu não o queria. Eu sou Muhammad Ali, um homem livre”.
2. “Somente um homem que sabe o que sente ao ser derrotado pode ir até o fundo de sua alma e tirar dali aquilo que lhe resta de energia para vencer um combate equilibrado”.



3. “Odiei cada minuto de treinamento, mas não parava de repetir a mim mesmo: ‘não desista, sofra agora para viver o resto de sua vida como campeão’”.
4. “Sei aonde vou e sei o que é a verdade. E não tem por que ser o que você quer que seja. Sou livre para ser aquilo que quero ser”.
5. “Impossível é apenas uma palavra usada pelos fracos que acham mais fácil viver no mundo que lhes foi determinado do que explorar o poder que possuem para muda-lo. O impossível não é um fato consumado. É uma opinião. Impossível não é uma afirmação. É um desafio. O impossível é algo potencial. O impossível é algo temporário. Nada é impossível”.
6. “Sou o maior. Disse isso a mim mesmo inclusive antes de saber que o era”.
7. “Não vou percorrer 10.000 km para ajudar a assassinar um país pobre simplesmente para dar continuidade à dominação dos brancos sobre os escravos negros”.
8. “Quando criança, eu pedia ao meu irmão Rudy que jogasse pedras sobre mim.Era assim que eu aprendia a fazer meus movimentos, esquivando-me de pedradas”.
9. “No golfe eu também sou o melhor. O único problema é nunca joguei golfe”.
10. “Um homem que enxerga o mundo aos 50 anos da mesma forma que aos 20perdeu 30 anos de vida”.
11. “Não divido o mundo entre os homens modestos e os arrogantes. Divido o mundo entre os homens que mentem e os que dizem a verdade”.
12. “Não suporto ver sangue. Em muitas das minhas lutas, eu tinha de olhar para o lado”.
13. “O silêncio vale ouro quando não se consegue achar uma boa resposta”.
14. “É apenas um trabalho. O mato cresce, os pássaros voam, as ondas acariciam a areia... Eu me bato em um ringue”.
15. “Não conte os dias: faça com que os dias contem”.
16. “Quando você tem razão, ninguém se lembra disso; quando está errado, ninguém esquece”.
17. “Outro dia fui ao cinema ver um filme de terror. Ele se chama Baron Blood. Comparado com isso, ter ganho de Foreman foi apenas mais um dia na academia”.
18. “O boxe é um monte de brancos vendo como um negro vence outro negro”.
19. “Servir aos outros é como o aluguel que se tem de pagar por uma casa na Terra”.
20. “Eu fui o Elvis do boxe, o Tarzan do box, o Super-Homem do boxe, o Drácula do boxe. O grande mito do boxe”

quarta-feira, 1 de junho de 2016

O segredo que torna Alemanha a economia mais sólida do mundo

Com informações da BBC -  

Economia social de mercado
Milagre do pós-guerra, a "economia social de mercado" alemã parece ser inabalável: superou as explosões nos preços do petróleo nos anos 1970 e 1980, o impacto da reunificação nos 1990, a recessão mundial de 2008-2009 e está passando firme pela atual crise que atinge a zona do euro.
Hoje, o país é um dos três maiores exportadores globais, tem o crescimento per capita mais alto do mundo desenvolvido e um índice de desemprego de 6,9%, bem inferior à média da eurozona, de 11,7%.
Segundo o professor Reint Gropp, presidente do Instituto Hall para a Investigação Econômica (IWH), da Alemanha, o modelo germânico se diferencia de forma muito clara do anglo-saxão dos Estados Unidos e do Reino Unido.
Capitalismo com cooperação
Mas o que faz o sistema econômico-social da Alemanha algo tão particular? Quais são os segredos de seu êxito?
"É um sistema baseado na cooperação e no consenso mais do que na competição, e que cobre toda a teia socioeconômica, desde o setor financeiro ao industrial e ao Estado", explicou Gropp.
A chamada economia social de mercado teve sua origem na Alemanha Ocidental do pós-guerra, que estava sob o governo democrata-cristão do chanceler Konrad Adenauer, e se manteve, desde então, como uma espécie de política de Estado.
Sebastian Dullien, economista do Conselho Europeu de Relações Exteriores, concorda que o consenso e cooperação estão presentes em todas as camadas da economia alemã.
"No centro estão os sindicatos e os patrões, que coordenam salário e produtividade com o objetivo obter um aumento real dos rendimentos dos funcionários, além de manter os postos de trabalho. A integração é tal que, por lei, os sindicatos estão representados no conselho de administração, participam das decisões estratégicas nas empresas," afirmou.
Crédito para todos
No sistema financeiro, as cooperativas e os poderosos bancos públicos se encarregam de fazer com que o crédito alcance a todos, não importa o tamanho da empresa ou o quão distante ela fica de um centro econômico.
Essa filosofia permite superar uma das limitações do sistema anglo-saxão, no qual as pequenas e médias empresas, diferentemente das multinacionais, não têm acesso ao mercado de capitais e muitas vezes enfrentam dificuldades para se financiar.
"Os bancos públicos têm regras claras. Por exemplo: para favorecer o desenvolvimento local, podem emprestar para empresas de sua área, mas não para as de outras regiões. O governo tem representantes nestes bancos, e eles são fundamentais na tomada de decisões. Um princípio que rege sua política de crédito é a manutenção do emprego", afirma Gropp.
Pequenas e médias empresas
Esse modelo está enraizado na história germânica.
A unificação nacional de 1871, sob Bismark, reuniu 27 territórios governados em sua maioria pela realeza e que haviam crescido rapidamente e de forma autônoma durante a Revolução Industrial.
Dessa semente histórica surgem as pequenas e médias empresas (Mittelstand), que, segundo os especialistas, formam 95% da economia alemã.
Diferentemente do modelo anglo-saxão, centrado na maximização da rentabilidade para os acionistas (objetivo de curto prazo), as Mittelstand são estruturas familiares com planos a longo prazo, forte investimento na capacitação do pessoal, alto sentimento de responsabilidade social e forte regionalismo.
"A Alemanha é especialmente forte em empresas que têm umas 100 ou 200 pessoas. Com uma característica adicional: apesar de seu tamanho, muitas dessas firmas competem no mercado internacional e são exportadoras", explica Dullien.
Enquanto o comércio mundial dominado por multinacionais que representam cerca de 60% de toda a movimentação global, na Alemanha as Mittelstand são responsáveis por 68% das exportações.

Mas nem tudo se deve somente às Mittelstand. Das 2.000 empresas com maior rendimento em todo o mundo, 53 são alemãs, entre elas marcas de grande tradição, como Bayer, Volkswagen e Siemens.

App brasileiro é eleito o melhor da América Latina pelo Facebook

mprego Ligado foi uma das cinco startups selecionadas na competição FbStart, promovida anualmente pelo Facebook
O Facebook anunciou nessa terça-feira (31) as cinco startups premiadas em seu programa FbStart, entre elas está a brasileira Emprego Ligado, eleita na categoria Melhor App da América Latina.
A ferramenta visa conectar pessoas a vagas de empregos em diversas áreas que sejam próximas as suas residências. Usuários escolhem a vaga desejada e agendam na própria plataforma a entrevista. Segundo a startup , o aplicativo tem facilitado o alcance de entrevistas de emprego para os brasileiros, com 18% dos usuários tendo recebido uma proposta de trabalho um dia após se inscreverem no serviço.
Realizado há três anos, o programa do Facebook visa ajudar startups de aplicativos móveis no mundo todo a impulsionarem e melhorarem seus serviços ao oferecer ferramentas, serviços, benefícios em parcerias e orientação. Anualmente é realizada a competição FbStart Apps que reconhece os melhores apps dentro do programa.
Os aplicativos foram julgados a partir de quatro princípios: crescimento e engajamento, experiência e design, eficiência em escala e alavancagem da plataforma do Facebook. As categorias premiadas incluem os melhores apps por região, melhor app de bem social e vencedor do grande prêmio.
O grande vencedor deste ano foi o VoiceTube, de Taiwan. O app viabiliza o aprendizado de inglês por meio de vídeos. Até então, a plataforma oferece mais de 30 mil vídeos com ferramentas como legendas bilíngue, dicionário online, repetição de frases e gravação. Como prêmio, a startup recebeu US$ 50 mil em dinheiro e mais US$ 50 mil em créditos para o Facebook Ad.
Os outros ganhadores recebem cada um US$ 5.000 em dinheiro e US$ 7.500 em créditos para o Facebook Ad. 
As outras startups selecionadas foram a Musixmatch (App do Ano na Europa, Oriente Médio e África), RadPad (App do Ano na América do Norte) e MedShr (App de Bem Social).

sábado, 28 de maio de 2016

Filme "Naufrago na Lua" - Excelente!!


Publicado em 12 de abr de 2016
Título Original: Kimssi Pyoryugi
Direção: Hae-Jun Lee
Gênero: Drama/Romance/Comédia
Ano de lançamento: 2009

Sinopse: Um homem chamado Kim, pula nas calmas e escuras águas do rio Han. Ele acorda em uma ilha sem nome, que corta movimentada Seul. Dia após dia sua vida solitária, porém extraordinária na ilha, desperta a curiosidade de uma menina encorajando-a sair desta vida de isolamento num quarto...



quarta-feira, 11 de maio de 2016

Chega a 59,2 milhões número de brasileiros com nome sujo

Chega a 59,2 milhões número de brasileiros com nome sujo

Dado indica que 40% da população brasileira está inadimplente.
De abril de 2015 para 2016, número de devedores subiu quase 6%.


Em abril, o número de brasileiros com o nome sujo chegou a 59,2 milhões em todo o país, de acordo com pesquisa do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Isso indica que 40% da população com idade entre 18 e 95 anos está inadimplente e com o nome registrado em serviços de proteção ao crédito.

 


De acordo com o estudo, na comparação entre abril deste ano com o do ano passado, foi registrado um aumento de 5,8% no volume de brasileiros inadimplentes nas regiões Nordeste, Norte, Centro-Oeste e Sul. O maior crescimento partiu da primeira região (7,64%).
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Também houve alta na quantidade de dívidas registradas nos cadastros de inadimplentes. O avanço foi de 6,09% na comparação anual e de 1,12% na comparação mensal, entre março e abril de 2016.
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A pesquisa aponta que o brasileiro tem enfrentado dificuldades para realizar o pagamento até de contas básicas. O maior avanço no número de dívidas partiu dos atrasos referentes às contas de água e luz (16,68%) na base anual de comparação.
“Além das dificuldades para custear despesas básicas, o resultado também reflete a disposição crescente dessas concessionárias em negativar os consumidores inadimplentes, como forma de acelerar o recebimento dos compromissos em atraso. Tem se tornado mais comum que essas empresas negativem o CPF do residente antes de realizar o corte no fornecimento”, afirma a economista do SPC Brasil, Marcela Kawauti, por meio de nota.
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