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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Mulher: Faça Termografia dos seios para detecção de câncer,

Assista ao video e pesquise sobre as diferenças, interesses comerciais envolvidos.

Nos Estados unidos, europa e Asia já utilizam a muitos anos esta técnica da Termografia,


"Haverá mais casos de câncer da mama 
provocados pela mamografia, do que mulheres salvas 
da morte pela descoberta precoce de lesões"
Dr. John Goffman

domingo, 23 de outubro de 2016

Como Melhorar A Visão - Exercícios Para a Saúde dos Olhos

Amigos, boa tarde!

Há duas semanas mais ou menos, descobri videos sobre os cuidados com nossa visão, prática de exercícios que podem até mesmo devolver nossa melhor visão sem a necessidade de usar os óculos!

Portanto, tenho o maior prazer e urgência em compartilhar este conhecimento que por exemplo, os chineses já os conhecem a milênios e repassam para as suas gerações. vejam o vídeo do link 3.

"A visão é o sentido do qual mais dependemos. Como vivemos em um mundo que exige que os olhos encarem letras e imagens pequenas em celulares, computadores e televisões rotineiramente, é importante tomar medidas para melhorar a visão, pois problemas nela diminuem a qualidade de vida e podem levar a cirurgias caras ou à cegueira parcial. Há, no entanto, muitas soluções para manter uma visão saudável e nítida pelo resto da vida. Não ignore seus olhos!"


1- Não use mais óculos!!

2- Como melhorar a visão com exercícios




2- Exercícios para os olhos - Educação Infanto Juvenil Chinês


3- Cultura Chinesa - Conhecendo o Próprio Corpo
臉部按摩及眼睛放鬆法
(Massagem da face e Relaxamento dos olhos)


quinta-feira, 11 de junho de 2015

Drones e VANTs: O que é permitido e proibido no Brasil

Legislação sobre drones e VANTs no Brasil
Se o seu drone tem uma câmera já é necessário preocupar-se com a legislação. [Imagem: Dkroetsch / Wikmedia Commons]
Legislação sobre drones e VANTs no Brasil
Cada dia mais presentes nos ares brasileiros, os drones disseminaram-se como uma modalidade de recreação para pessoas interessadas em novas tecnologias. Esses objetos voadores não tripulados também começaram a ser usados para fazer imagens aéreas e até mesmo para fazer entregas.
Como há muitas dúvidas e controvérsias sobre o uso desses equipamentos, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) da Aeronáutica divulgou o ponto de vista oficial sobre essas tecnologias e sobre quando e onde é permitido usá-las.
Antes de mais nada, é necessário esclarecer os diversos tipos desses equipamentos de voo atualmente no mercado.
Drone
O termo "drone" é apenas um nome genérico. Drone (em português: zangão, zumbido) é um apelido informal, originado nos EUA, que vem se difundindo mundo afora, para caracterizar todo e qualquer objeto voador não tripulado, seja ele de qualquer origem, característica ou propósito (profissional, recreativo, militar, comercial etc.). Ou seja, é um termo genérico, sem amparo técnico ou definição na legislação.
VANT
VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado), por outro lado, é a terminologia oficial prevista pelos órgãos reguladores brasileiros do transporte aéreo para definir este tipo de veículo.
Há, no entanto, algumas diferenças importantes. A legislação brasileira caracteriza como VANT toda aeronave projetada para operar sem piloto a bordo, mas de caráter não-recreativo e com carga útil embarcada.
Ou seja, nem todo drone pode ser considerado um VANT, já que um Veículo Aéreo Não Tripulado utilizado como hobby ou esporte enquadra-se, por definição legal, na legislação pertinente aos aeromodelos, e não na de um VANT.
ARP
Do mesmo modo, há dois tipos diferentes de VANT. O primeiro e mais conhecido é o ARP - Aeronave Remotamente Pilotada, ou RPA na sigla em inglês (Remotely-Piloted Aircraft). Nesta subcategoria, o piloto não está a bordo, mas controla a aeronave remotamente de uma interface qualquer (computador, simulador, dispositivo digital, controle remoto etc.).
A outra subcategoria de VANT é a chamada "Aeronave Autônoma" que, uma vez programada, não permite intervenção externa durante a realização do voo. No Brasil, as aeronaves autônomas têm o seu uso proibido.
Assim, o termo ARP é a terminologia correta para se referir a aeronaves remotamente pilotadas de caráter não-recreativo - um drone que deve se submeter à legislação vigente.
SARP
Há ainda a categoria SARP, ou Sistema de ARP. Assim, além da aeronave, um SARP inclui todos os recursos necessários para que ela voe: a estação de pilotagem remota, o link ou enlace de comando que possibilita o controle da aeronave, os equipamentos de apoio etc. É comum também o uso do termo em inglês RPAS (Remotely Piloted Aircraft Systems).
Legislação sobre drones e VANTs no Brasil
Drone em voo de teste para entrega de encomendas. [Imagem: DECEA/Getty Images]
Regras para aeromodelos e drones
No Brasil, os drones - o termo genérico - são classificados e regulamentados conforme seu propósito de uso. Se for para lazer, esporte, hobby ou competição, o equipamento é visto como um aeromodelo. Pode ser tanto um mini-helicóptero, uma réplica de um jato ou até mesmo um helicóptero de várias hélices - os mais comuns são os quadricópteros.
Contudo, se o uso do mesmo drone for para outras finalidades (pesquisa, experimentos, comércio ou serviços - de fotografia, por exemplo), o aparelho passa a ser entendido como um veículo aéreo não tripulado (VANT) desde que possua uma carga útil embarcada não necessária para o equipamento voar. Exemplos dessa carga útil são as câmeras acopladas para tomadas aéreas de filmes ou quando alguém embarca uma correspondência para entrega, seja uma carta ou uma pizza.
Da mesma forma que as demais aeronaves de aeromodelismo, não há impedimento para a compra, limitação de potência e tamanho do drone.
Mas há regras da Aeronáutica para o uso de aeromodelos, que então se aplicam automaticamente aos drones:
  • aeromodelos não podem ficar em áreas densamente povoadas ou perto de multidões;
  • somente pode existir público se houver segurança no voo. Se você for piloto de primeira viagem, nada de convidar plateia por uma questões de segurança;
  • não pilotar em áreas próximas a aeródromos sem autorização; e
  • não atingir altura superior a 121,92 metros (400 pés) da superfície terrestre.
Legislação sobre drones e VANTs no Brasil
VANT utilizado pela Força Aérea Brasileira. [Imagem: FAV/Divulgação]
Como obter autorização para uso de VANT/ARP?
Recapitulando, se o drone não for usado para recreação, ele é um VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado) e, uma vez que é controlado remotamente durante o voo, passa a ser denominado ARP (Aeronave Remotamente Pilotada).
Então, se você for fazer a filmagem de um casamento, quiser entregar algum produto ou exibir uma faixa de protesto durante uma manifestação, é preciso fazer uma solicitação formal de uso específico para a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).
Os ARPs são regulamentados por uma Circular de Informações Aeronáuticas (AIC) que determina que o interessado encaminhe uma solicitação de autorização de voo com 15 dias de antecedência, com uma série de informações (características da aeronave, trajeto do voo, capacidade de comunicação etc).
Normalmente os VANTs são utilizados em pesquisa. Existem universidades, por exemplo, que utilizam o equipamento para fazer mapeamento de terreno, pesquisa das condições atmosféricas, entre outros. Nesses casos, existe uma autorização própria chamada de Certificado de Autorização de Voo Experimental (CAVE).
Além da autorização de uso do equipamento junto à ANAC, os pilotos precisam pedir liberação de voo aos órgãos regionais do DECEA (Cindacta I, Cindacta II, Cindacta III, Cindacta IV, SRPV-SP), assim como é feito no caso de aeronaves tripuladas.
Legislação sobre drones e VANTs no Brasil
APOENA 1000: VANT desenvolvido na USP para monitoração de desmatamento. [Imagem: USP/Divulgação]
Uso comercial dos drones
Não há ainda uma regulamentação específica sobre o uso comercial de drones no Brasil. O tema será regulado pela ANAC após audiência pública e análises técnicas.
Mesmo assim, já é possível encontrar exemplos de usos comerciais no Brasil, como a gravação de minisséries ou de reportagens especiais. Contudo, o uso para fins comerciais depende de solicitações individuais que são analisadas caso a caso pela ANAC com cópia para o Departamento de Controle do Espaço Aéreo da Aeronáutica (DECEA).
Legislação brasileira para o uso de drones
Para veículos aéreos não tripulados e pilotados remotamente (Vant/ARP) que possuam carga útil (algum material além do drone) e para fins não-recreativos, confira a Circular da Aeronáutica AIC 21/10.
Para drones recreativos (brinquedos), de competição, por hobby ou lazer, acesse a Portaria DAC 207.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Extintor sônico apaga incêndio com alto-falante

Redação do Site Inovação Tecnológica 

Extintor sônico apagar incêndio com alto-falante
Seth Robertson e Viet Tran agora procuram parceiros para comercializar sua invenção. [Imagem: Evan Cantwell]
Apagando fogo no grito
Quando os bombeiros atacam um foco de incêndio, eles geralmente usam extintores de pó químico, CO2 ou mesmo água.
O problema é que, além do estrago causado pelo fogo, o material usado para apagá-lo faz o seu próprio estrago.
Viet Tran e Seth Robertson, da Universidade George Mason, nos Estados Unidos, impressionaram seus professores ao apresentar seu trabalho de formatura mostrando que é possível apagar fogo com som.
O extintor de incêndio sônico não faz sujeira, além de não perder a validade e nunca precisar ser recarregado.
Seu funcionamento é baseado em um alto-falante comum, de alta potência, que emite sons de baixa frequência no interior de um tubo, que concentra as ondas e as dirige para o fogo - tudo o que se ouve é um "tum-tum-tum" surdo, bem conhecido dos aficionados por sonorização de automóveis.
Extintor sônico
Os dois estudantes fizeram vários protótipos e testaram várias frequências sonoras, terminando com uma versão que se mostrou altamente eficiente contra pequenos focos de incêndio, justamente o campo de ação dos extintores portáteis tradicionais.
Os dois patentearam a invenção e acreditam que o conceito possa ser ampliado para apagar incêndios maiores, ser miniaturizado para dar maior flexibilidade de ação e maior segurança aos bombeiros, ou mesmo ser usado em naves espaciais, onde os extintores tradicionais não funcionam.
"Se for montado em um drone, ele pode melhorar a segurança para os bombeiros quando eles estiverem enfrentando grandes incêndios florestais ou urbanos," disse Tran.
Agora que terminaram o curso e foram aprovados, os dois pretendem encontrar financiadores para negociar sua patente e transformar o extintor sônico em um produto.

domingo, 14 de setembro de 2014

PETROBRAS - 360 mil trabalhadores terceirizados! IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA?

Funcionários da Petrobras demonstraram preocupação com a terceirização de funcionários e as consequências dessa prática no Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez Mello (Cenpes) da estatal. Segundo eles, são 360 mil trabalhadores terceirizados em todos os setores da companhia. O assunto foi discutido em audiência pública na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) para debater os impactos da terceirização, além de problemas que podem ocorrer se as operações das plataformas forem feitas por empresas privadas. Os funcionários da Petrobras também pedem que sejam abertos concurso público.

De acordo com o presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet), Silvio Sinedino, a preocupação com a terceirização é de todos os petroleiros por causa das dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores terceirizados. Segundo ele, o funcionário concursado, que trabalha nas plataformas, trabalha 14 dias e folga 21 dias, enquanto o terceirizado tem regime de 14 por 14.

"O que está acontecendo hoje é uma invasão maciça de terceirizados da Petrobras. Nós temos hoje em torno de 65 mil petroleiros concursados e mais de 360 mil trabalhadores terceirizados. A terceirização é perversa para o mundo do trabalho. Eu não sou contra os terceirizados, eu sou contra a terceirização, porque precariza salários, precariza condições de trabalho. 90% dos acidentes em geral da Petrobras envolvem trabalhadores terceirizados. Não só porque o terceirizado vai fazer os trabalhos mais perigosos, com risco de vida, mas também pela sua pouca disponibilidade de treinamento e poucas condições de trabalho. Temos que brecar a terceirização", explicou.

Segundo o geofísico da Petrobras Brayer Grudka Lira, o próprio trabalho de pesquisa inicial da busca de petróleo também está sendo terceirizado. "Não é só a operação.

 
Toda a parte de pesquisa do Cenpes - inclusive várias pesquisas estão sendo feitas fora - em que os pesquisadores do que deveria ser um centro de referência têm que ir para fora, para pegar uma pesquisa que já vem pronta para, ao invés dele fazer todos os testes no próprio Cenpes.
 
Problema na pesquisa, problema na operação e inclusive na investigação do petróleo. Todas essas áreas passam por um processo de terceirização e a gente tem que lutar justamente para evitar e para que acabe com isso", contou, acrescentando que os funcionários querem uma Petrobras estatal, onde todos os funcionários tenham direitos iguais, e que no futuro os funcionários terceirizados tenham acesso a esses direitos e sejam concursados.

 
O procurador do Ministério Público do Trabalho Federal, Marcelo José Fernandes da Silva, disse que o ministério tentou um acordo com a Petrobras e solicitou que a companhia apresentasse uma proposta para resolver o problema dentro de 6 meses. Segundo ele, algumas reuniões ocorreram e o ministério pediu um estudo no qual a empresa reconheceria as atividades que poderiam ser objeto de contratação direta. Segundo Silva, isto já seria um avanço.
 
 
"O diretor executivo da Petrobras, Antônio Sérgio disse na Copa do Mundo que o estudo já estava pronto. Segundo ele, iria submeter o estudo à diretoria executiva, mas quando entrei em contato com ele agora, ele falou que com a repercussão geral, a diretoria decidiu deixar esse diálogo em standby (estado de espera). Se tínhamos chegado a algum avanço da negociação, não cabia neste momento suspender a discussão", contou.
 
 
Silva disse ainda que os prazos da Petrobras esgotaram-se para tentar solucionar o problemas e que agora só resta ao Ministério Público do Trabalho investigar a improbidade administrativa da companhia.

"Eu tenho absoluta convicção que o que move a Petrobras na questão da terceirização não tem qualquer amparo jurídico. Não há um argumento jurídico consistente da Petrobras. Eu comuniquei isso ao Antônio Sérgio e disse que todo o prazo que eu tinha para tentar uma negociação com a Petrobras para resolver principalmente o problema dos concursados.
 
Todos esses prazos se esgotaram. Agora ao Ministério Público do Trabalho só resta a investigação da improbidade administrativa e esse vai ser o caminho adotado pelo Ministério Público a partir de agora", ressaltou.

Em nota, a Petrobras informou que, "de acordo com o publicado no Relatório de Sustentabilidade 2013 da Petrobras, o número de prestadores de serviço é de 360.180." Deste total, cerca de 165 mil, atua em obras de expansão da empresa.
 
Segundo a nota, a 'maioria dos projetos da Petrobras é sazonal e têm relação com a implementação de obras que, além de serem esporádicas, demandam um grande contingente de pessoas para o desenvolvimento das atividades."

A Petrobras também declarou que está em constante diálogo com o Ministério Público, bem como com os demais órgãos fiscalizadores, com o objetivo de contribuir com as autoridades.
 
 
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Macaé - RJ - Operários dos Royalties - O lema “trabalho igual, direitos iguais”enfrenta sérios dilemas, controvérsias e ausência de consenso


sexta-feira, 11 de julho de 2014

Airbags marítimos evitam que navios afundem

Airbags para navios
Os airbags marítimos vão inflar dentro dos tanques de lastro. O casco duplo encareceria muito o custo do navio. [Imagem: SuSy Project]
Boias antiafundamento
Airbags automotivos funcionam como almofadas que amortecem o impacto dos ocupantes de um carro durante uma batida.
Engenheiros europeus pegaram o conceito emprestado e o adaptaram para uma finalidade inusitada: evitar que navios afundem, ou pelo menos, dê tempo para que os passageiros desembarquem ou a carga seja retirada.
A ideia é, em caso de acidente, inflar rapidamente boias que retardem ou evitem que a embarcação aderne ou afunde.
"Nosso desafio era produzir enormes quantidades de gás a partir de pequenos cartuchos, para ser liberado rapidamente em dispositivos infláveis," conta Reinhard Ahlers.
Ahlers é coordenador do projeto SuSy - Surfacing System for Ship Recovery, sistema de flutuação para recuperação de navios, em tradução livre -, financiado pela União Europeia, e que realizou os primeiros testes no porto de Chalkida, na Grécia.
Airbag para navio
Os engenheiros compararam diversas abordagens para fazer um navio acidentado flutuar, o que incluiu balões de ar e diversos tipos de flutuadores infláveis, colocados dentro ou fora do navio ou dentro dos tanques de lastro.
A proposta considerada mais eficiente consiste em pequenos airbags incorporados ao longo de todo o casco do navio, o que evita perdas de espaço útil e protege o sistema contra danos acidentais, sobretudo nas manobras de atracamento e carga e descarga.
Contudo, isso implica na construção de um casco duplo, o que encareceria muito o custo do navio e dificultaria a inspeção periódica do sistema.
A equipe então optou por colocar os balões infláveis dentro dos tanques de lastro, o que garantiu a flutuabilidade das embarcações de teste mesmo no caso de danos físicos que causam grandes aberturas no casco.
Apesar dos bons resultados, a equipe admite que o sistema ainda não está pronto para uso.
Uma das melhorias desejáveis é um controle no sistema de vazão do gás. Ao contrário dos airbags automotivos, cuja eficiência depende da rapidez de seu enchimento, os airbags marítimos funcionariam melhor com um controle preciso de vazão, que garanta que as boias encherão apenas na medida exata da necessidade.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Rapaz de 22 anos morre prensado dentro de máquina em Taquarituba

Segundo os bombeiros, ele consertava o equipamento de uma olaria.

Vítima teve afundamento de tórax; polícia investiga o acidente.


Um rapaz de 22 anos morreu na tarde desta quinta-feira (12), em Taquarituba (SP), em um acidente de trabalho. De acordo com o Corpo de Bombeiros, ele fazia o conserto de uma máquina quando o equipamento começou a funcionar e o prensou.
Ainda de acordo com os bombeiros, o acidente ocorreu em uma olaria. O jovem havia entrado na máquina para trabalhar, no entanto, o equipamento entrou em operação. O trabalhador não teve tempo de sair e ficou preso dentro do aparelho. Segundo os socorristas, houve afundamento de tórax e a vítima não resistiu aos ferimentos.
O caso foi registrado pela Polícia Civil e será investigado.
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Comentário

É lamentável a morte do jovem trabalhador, não sei exatamente as circunstâncias da ocorrência, porém, denota falha humana no acidente fatal.

Normas, procedimentos, documentos de segurança do trabalho existem para serem aplicados a risca, pois garantem um mínimo de segurança, através das análises preliminares de risco existentes, inerentes ao meio, as ferramentas que utilizaria e supervisão dos trabalhos.

Então, percebe-se um total descabimento, a entrada em funcionamento da máquina, com o trabalhador em seu interior.

Que a polícia civil e técnica esclareçam os fatos e sejam penalizados os responsáveis por esta perda.

E que esta ocorrência seja disseminada em todos os meios produtivos do país, para que não ocorra mais este tipo de acidente. 
Ruben Banda