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domingo, 23 de outubro de 2016

Como Melhorar A Visão - Exercícios Para a Saúde dos Olhos

Amigos, boa tarde!

Há duas semanas mais ou menos, descobri videos sobre os cuidados com nossa visão, prática de exercícios que podem até mesmo devolver nossa melhor visão sem a necessidade de usar os óculos!

Portanto, tenho o maior prazer e urgência em compartilhar este conhecimento que por exemplo, os chineses já os conhecem a milênios e repassam para as suas gerações. vejam o vídeo do link 3.

"A visão é o sentido do qual mais dependemos. Como vivemos em um mundo que exige que os olhos encarem letras e imagens pequenas em celulares, computadores e televisões rotineiramente, é importante tomar medidas para melhorar a visão, pois problemas nela diminuem a qualidade de vida e podem levar a cirurgias caras ou à cegueira parcial. Há, no entanto, muitas soluções para manter uma visão saudável e nítida pelo resto da vida. Não ignore seus olhos!"


1- Não use mais óculos!!

2- Como melhorar a visão com exercícios




2- Exercícios para os olhos - Educação Infanto Juvenil Chinês


3- Cultura Chinesa - Conhecendo o Próprio Corpo
臉部按摩及眼睛放鬆法
(Massagem da face e Relaxamento dos olhos)


quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Como o Brasil pode se preparar para Quarta Revolução Industrial

Com informações da BBC -  

Economia e sociedade
A edição deste ano do Fórum Econômico Mundial, em curso em Davos, na Suíça, tem como tema central a chamada "Quarta Revolução Industrial".
O conceito descreve economia com forte presença de tecnologias digitais, mobilidade e conectividade de pessoas e de coisas, na qual o valor central é a informação.
Mas, será que o Brasil está preparado para essa nova revolução?
Segundo especialistas, o país se saiu bem na redução de desigualdade social na última década, mas precisa investir mais em educação e inovação para obter ganhos em produtividade e geração de empregos nesta nova economia.
"O grande desafio à frente é manter os avanços sociais e estimular o aumento da produtividade," afirmou Alicia Bárcena, secretária-executiva da Cepal (Comissão Econômica para América Latina e Caribe), órgão ligado à ONU.
Segundo ela, a transição passa por "novos pactos sociais": "É necessário construir novas alianças que transpassem partidos políticos e viabilizem condições para a criação de um novo ciclo de investimento. Integrar mercados regionais em tecnologias-chave, por exemplo com a criação de um mercado digital comum, e o incentivo a cadeias regionais de tecnologias e produtos verdes."
Investimentos em educação
O Brasil tem elevado o investimento direto em educação. No período compreendido entre a virada do milênio e 2013, o total cumulativo investido por estudante ao longo da vida acadêmica, do jardim de infância à universidade, passou de R$ 106 mil para R$ 162 mil. O aumento de mais de 50% tem base em dados do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), vinculado ao Ministério da Educação.
Ainda assim, o Brasil permanece abaixo da média dos países ricos, conforme retrata o Pisa, ranking internacional que avalia a qualificação de estudantes do mundo todo. No levantamento de 2012 foi observado que quase metade dos alunos brasileiros não apresenta competências básicas de leitura.
Além disso, outra análise da mesma organização, mas de 2015, estimou que os estudantes brasileiros são muito fracos na capacidade de navegar em sites e compreender leituras na internet, ficando à frente apenas da Colômbia e dos Emirados Árabes em um ranking com 31 países.
Revoluções Industriais
As três revoluções industriais anteriores tiveram início nos países desenvolvidos, chegando com atraso ao Brasil. A primeira foi a iniciada no fim do século 18, quando água e vapor foram utilizados para mover máquinas na Inglaterra. A segunda veio do emprego de energia elétrica na produção em massa de bens de consumo. A terceira é a do uso da informática, iniciada em meados do século passado.
A revolução atual, aliás, segue na esteira dessa anterior: é caracterizada por sua natureza hiperconectada, em tempo real, por causa da internet. Além das mudanças nos sistemas de produção e consumo e amplo uso de inteligência artificial, ela também traz o desenvolvimento de energias verdes, com menor impacto sobre o meio ambiente.
Mas a transição não necessariamente será suave.
Com essa nova etapa de conexão entre homens e máquinas, haverá uma quebra do modelo de cadeias produtivas e das interações comerciais em que os consumidores poderão atuar como produtores, na chamada Era das Máquinas Livres, fundada basicamente na impressão 3D, ou manufatura aditiva.
Nesse caminho, porém, mais de 7 milhões de empregos serão perdidos no sistema tradicional, segundo relatório do Fórum Econômico Mundial.
Brasil na Quarta Revolução Industrial
Como o Brasil poderia se preparar para esse momento?
"Idealmente, deveria implementar políticas de fortes incentivos que nivelem por cima, não apenas na área de formação e capacitação de trabalhadores para o uso de novas tecnologias, mas priorizando também investimentos em pesquisa e desenvolvimento para que o país não se torne um mero consumidor de tecnologias," sugere Vanessa Boana Fuchs, pesquisadora do Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade de St. Gallen, na Suíça.
Uma pesquisa realizada pela consultoria Accenture estima que a participação da economia digital no PIB do Brasil saltará dos atuais 21,3% para 24,3% em 2020 e valerá US$ 446 bilhões (R$ 1,83 trilhão).
O mesmo estudo aponta que o país precisa manter os níveis atuais de educação e expandir investimentos em novas tecnologias e na geração de uma cultura digital para acelerar ainda mais o progresso. Se o Brasil aplicar recursos ativamente nessas áreas, a consultoria prevê que o segmento econômico poderá movimentar outros US$ 120 bilhões (R$ 494 bilhões) além do previsto.
Neste mês, a presidente Dilma Rousseff sancionou o Marco Legal da Ciência e Tecnologia, novo parâmetro legislativo que promete reduzir a burocracia, facilitando investimentos em pesquisa e ciência nas iniciativas pública e privada. Além disso, o governo anunciou um edital de financiamento de R$ 200 milhões para pesquisa e desenvolvimento.
Ameaças da Quarta Revolução Industrial
Alicia Bárcena, da Cepal, vê três ameaças no horizonte da quarta revolução industrial: o aumento da desigualdade, as mudanças climáticas e a tendência recessiva das economias. Desafios, afirma, que podem ser solucionados com investimento estatal e políticas públicas ativas.
"Políticas fiscais expansionistas podem ajudar a evitar tendências recessivas e recuperar empregos. Acesso universal à educação e saúde encorajam demanda agregada e aumento de produtividade," defende. "Políticas sociais voltadas ao amparo social universal e no combate à desigualdade podem promover um incentivo crucial para a demanda minguante em todos os lugares."
Para a especialista, o investimento público deve ter um "componente ambiental" forte, que mova a economia mundial a um caminho de baixo carbono, ou seja, de baixa emissão de gases de efeito estufa. Essa alternativa, afirma, contribui muito mais para a geração de empregos do que a indústria poluente.

"O desafio é direcionar as novas e antigas tecnologias para a utilização mais eficiente de recursos naturais, energias renováveis e sustentável, cidades inteligentes que possibilitem evitar desperdício de energia e produção," avalia Vanessa Fuchs.

Li-Fi: México torna-se pioneiro em internet por luz

Redação do Site Inovação Tecnológica -  

México torna-se primeiro país a comercilizar tecnologia Li-Fi
A empresa mexicana também está disponibilizando soluções Li-Fi para abajures e luminárias de mesa.[Imagem: InvDes]
Li-Fi
O México tornou-se o primeiro país a colocar no mercado a tecnologia de conexão Li-Fi, que promete substituir a Wi-Fi.
A tecnologia Li-Fi permite a transmissão de áudio, vídeo e internet até 100 vezes mais rápido, através da luz de LEDs e outras luminárias, ou seja, por meio de luz visível, substituindo as ondas de rádio do sistema Wi-Fi.
"Imagine ter internet através de cada luminária, evitando os problemas de velocidade e largura de banda saturadas porque todo mundo está conectado," disse Arturo Campos, responsável pelo lançamento do serviço, chamado LedCom, da empresa Sisoft.
Segundo ele, a taxa de transmissão do LiFi permitirá o aumento da velocidade da internet para até 10 gigabits por segundo em alguns casos, o equivalente ao download de um filme HD em apenas 30 segundos, embora a velocidade dependa da empresa fornecedora.
E uma já vislumbrada segunda geração da tecnologia poderá alcançar larguras de banda ainda maiores, assim que os lasers brancos consigam sair dos laboratórios.
Custos do Li-Fi
Para transmitir os sinais por luz, os chips Li-Fi da SiSoft foram projetados para captar os sinais do roteador e convertê-los em alterações no brilho emitido pelos LEDs. O receptor é conectado ao computador por uma porta USB.
A empresa anunciou uma capacidade de produção de 10.000 chips Li-Fi por mês.
Campos afirmou que serão colocados no mercado diferentes kits, que variam de cinco lâmpadas até a iluminação completa de uma casa ou escritório, garantindo a transmissão de dados para qualquer canto iluminado.

Os custos vão depender do tipo de luminária, sendo estimados entre 50 e 400 dólares (R$200 a R$1.600), incluindo o transmissor, receptor e a instalação. A estimativa é que as lâmpadas tenham um tempo de vida de dois anos.

Máquina de Espetinho - Renda Alternativa !!

Com a situação de desemprego crescente no Brasil, apresento uma das boas idéias para quem tem um mínimo de capital de investimento e ir à luta!




Reportagem sobre o assunto:

Carrinho de Churrasco: Como iniciar o negócio e ganhar dinheiro

Ter um carrinho de churrasco  nem sempre desperta o interesse e é visto com bons olhos pelas pessoas, mas o mercado no ramo de alimentação possui a cada dia que passa uma quantidade cada vez maior de investimentos e novas alternativas de ganhos sendo, de forma geral, sinônimo de lucros, pois mesmo que o mundo tenha sucessivas crises financeiras a área de alimentos não para, já que todos precisam se alimentar rotineiramente.
Por estas características que colocam o ramo da alimentação em um patamar de necessidade essencial para as pessoas existe nos dias atuais uma grande diversidade de alternativas, indo desde grandes restaurantes até empreendimentos mais simples como umcarrinho de churrasco, o qual pode chegar com o passar do tempo a uma bela churrascaria dependendo, para isso, somente da dedicação e planejamento de seus proprietários.
(...) http://www.novonegocio.com.br/carrinhos/carrinho-de-churrasco/

sábado, 18 de abril de 2015

Ao ler artigo de Daniel Kahneman e Angus Deaton, diretor de empresa aumenta para U$70 mil salário mínimo de funcionários.

Um jovem diretor de uma empresa de Seattle (EUA) decidiu reduzir em 90% a sua remuneração com o objetivo de aumentar o salário mínimo anual de seus funcionários para 70 mil dólares por ano.
Seattle já estava no centro do atual debate sobre desigualdades salariais entre funcionários e diretores no país. A cidade tomou a frente nos protestos de milhares de norte-americanos nas ruas dos EUA, que pediam aumento do salário mínimo para 15 dólares a hora. Seattle agora tem o salário mínimo mais alto do país e já foi alvo de muitas críticas de economistas, donos de restaurantes e de outros empreendimentos, pois afirmam que terão que aumentar o custo de seus produtos para manter os funcionários.
Não foi o caso de Dan, que cortou seu próprio salário para poder manter a política de aumento. Dan confessa que tomou esta decisão ao ler o artigo High income improves evaluation of life but not emotional well-being(salários altos melhoram a avaliação da vida, mas não o bem-estar emocional), escrito em parceria entre os economistas Daniel Kahneman e Angus Deaton.
No estudo, eles definem bem-estar emocional como “a qualidade emocional da experiência cotidiana de um indivíduo, a frequência e a intensidade das experiências de prazer, estresse, tristeza, raiva e afeição que tornam a vida de alguém mais prazerosa ou não prazerosa." Segundo os economistas, este bem-estar emocional aumenta de acordo com o salário, mas até certo ponto. E este ponto é uma média de 75 mil dólares por ano. A partir deste valor, o dinheiro ganho não influencia tanto no aspecto emocional dos indivíduos. Kahneman esclarece que um salário acima desta marca pode não comprar felicidade, mas, abaixo desta marca, pode impedir felicidade.
Assista abaixo ao vídeo com Dan Price (observe a reação dos funcionários) e clique aqui para ler o artigo de Kahneman e Deaton.