segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Tutorial - Black and White Nature Spacepainting


Em homenagem ao meu amigo Silvério Marinho, o qual me ensinou como transformar cores líquidas, pastosas em realidades virtuais, que te transportam para o Zen do teu âmago...

Técnicas de pintura, que são transmitidas de maneira tão claras, sobreposição de planos, com recursos criativos, é muito interessante, experimente produzir uma paisagem utilizando estes macetes deste artista nato, depois mostre-nos tua arte, um desafio a todos (inclusive eu) rs

Até lá!


domingo, 8 de dezembro de 2013

Pilotos perderam capacidade de pilotar manualmente os aviões !!!!

Com informações da New Scientist - 06/12/2013

Pilotos perderam capacidade de pilotar manualmente os aviões, diz relatório
Pilotos que não pilotam

A habilidade dos pilotos para fazer os aviões voarem por controle manual está em um limite negativo crítico porque eles confiam demais nos sistemas automatizados de voo.
A conclusão estarrecedora é de um relatório sobre segurança aérea, encomendado pela Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) e que vazou para a imprensa.
Os sistemas automatizados de voo em questão abrangem toda a gama de auxílios computadorizados de voo, incluindo o piloto automático e o controle automático de velocidade e de aterrissagem. [Imagem: Nasowas/Getty Images]

Com base em relatórios de incidentes feitos voluntariamente pelos pilotos envolvidos, dados sobre acidentes e relatos de observadores nas cabines em mais de 9.000 voos, o relatório constatou que alguns pilotos mostraram-se "relutantes em intervir" com os sistemas automatizados ou desligá-los em situações de risco.
Segundo o relatório, treinamento ruim e falta de experiência de voo manual significam que alguns pilotos não têm nem o conhecimento para manter-se atualizados com as mudanças nos sistemas automatizados, nem as habilidades manuais para assumir o controle do avião quando os computadores de voo falham.
Isso pode ajudar a explicar uma série de acidentes recentes em que aviões da Colgan Air, Air France e Asiana Airlines caíram depois que os pilotos não conseguiram manter uma exigência aerodinâmica básica: a velocidade suficiente para manter o avião no ar.
Dependência tecnológica
Os sistemas automatizados de voo em questão abrangem toda a gama de auxílios computadorizados de voo, incluindo o piloto automático e o controle automático de velocidade e de aterrissagem.
Os computadores das cabines também executam verificações de segurança que garantam, por exemplo, que a asa do avião sempre ataque o fluxo de ar no ângulo adequado para produzir sustentação.
Mas o relatório da FAA descobriu que os pilotos podem ficar "viciados" na automação - e que essa dependência deve ser combatida com treinamento e reciclagem.
Uma das razões é que os problemas podem acontecer quando os pilotos acreditam que os parâmetros de voo estão sendo mantidos automaticamente quando, por alguma razão, eles não estão.
No acidente da Asiana, em São Francisco, em julho, por exemplo, os pilotos pensaram que o acelerador automático estava acionado, quando ele não estava. Isso fez a velocidade diminuir, fazendo o avião estolar e cair.
Pilotos perderam capacidade de pilotar manualmente os aviões, diz relatório
Em maio deste ano, um avião de passageiros voou 800 km sem ter um piloto a bordo, mostrando que a tendência é de uma automação crescente. [Imagem: ASTRAEA]
Carros sem motoristas e aviões sem pilotos
Os sindicatos dos aeronautas ainda não foram ouvidos acerca das recomendações.
Afinal, desligar os sistemas automatizados de voo significa uma responsabilidade pessoal do piloto que deve se basear na avaliação que ele próprio faria, em situação de pressão, sobre um sistema desenvolvido por centenas de profissionais.
E, como o próprio relatório reconhece, os pilotos não recebem treinamento para isso.
De outro lado, pesquisadores envolvidos com a automação da aviônica ficam, é claro, do lado dos seus próprios sistemas.
"A mensagem a ser passada aos passageiros é que a automação avançada tornou os voos significativamente mais seguros, por isso não devemos jogar fora o bebê com a água do banho," disse Mary Cummings, engenheira de automação de voo do MIT, ouvida pela revista New Scientist.
"Os programas de treinamento dos pilotos podem ser melhorados, mas provavelmente a principal mudança prática que precisa ser feita é garantir que a própria automação seja altamente confiável," defendeu ela.
De forma bastante interessante, esta é a abordagem exatamente oposta à que as autoridades estão adotando para a aprovação de testes com carros que andam sem motorista.
No caso dos carros, tudo o que se exige é que um motorista humano esteja sempre pronto para assumir o controle se - ou quando - a automação falhar.

Arca de Noé - Abrigo flutuante autossustentável transforma ondas do mar em energia

Batizado de “Arca de Noé”, o projeto criado por uma dupla de arquitetos da Sérvia é um centro de abrigo flutuante e sustentável para abrigar os sobreviventes de desastres naturais. 

Baseado na lenda bíblica, o espaço arrojado em meio ao oceano vai garantir a alimentação das pessoas por meio da agricultura em terras férteis, filtrar as chuvas para a distribuição de água potável e ainda utilizar as ondas do mar, os raios de sol e os ventos para a geração de energia limpa.

Os responsáveis pela “Arca de Noé” são Aleksandar Joksimovic e Jelena Nikolic, que apresentaram o projeto durante uma competição internacional de arquitetura. 

Criada para ser itinerante, a estrutura conta com anéis e torres submarinas, responsáveis pela estabilidade da Arca.
Além da moradia oferecida aos sobreviventes, o espaço também comporta áreas de convivência, escritórios, parques e praias. 

Protegida por um muro de, aproximadamente, 64 metros, a estrutura fica resistente aos fortes ventos e até tsunamis. Na iminência de catástrofes, um sonar é ativado para avisar os moradores a se alocarem em bolhas submarinas.

Pensando em “migrar” a vida da terra firme para o alto-mar e salvar o maior número de vidas possível depois de catástrofes, a construção conseguirá conectar-se a outras estruturas flutuantes ou navios e barcos, por meio de uma rede de cabeamentos submarinos.

Segundo o InHabitat, a Arca de Noé também foi projetada para atracar em terra firme, sobretudo para realizar o resgate dos sobreviventes.
O projeto conta com torres eólicas, painéis fotovoltaicos e turbinas submarinas, que produzem eletricidade por meio das correntes oceânicas.

 A fim de estimular o desenvolvimento sustentável das espécies do ecossistema local, a parte inferior da arca é preenchida por uma manta de corais artificiais. 

Além disso, o projeto também oferece abrigo aos animais – não só aos que vivem nos oceanos, mas também aos resgatados das catástrofes.
Por Gabriel Felix – Redação CicloVivo

Governo certifica empresa controlada pela Odebrecht como "estratégica de defesa"

Do site Poder Aéreo
A Mectron, empresa controlada pela Odebrecht Defesa e Tecnologia, foi certificada pelo Governo Federal como “Empresa Estratégica de Defesa – EED” no contexto da Lei 12.598/2012, selo concedido para companhias que investem no desenvolvimento tecnológicos e industrial e fomentam o conteúdo nacional nos bens e serviços demandados pelo setor de defesa do País.

Para obter essa certificação é necessário atender às exigências de ter controle nacional majoritário entre os acionistas, domínio brasileiro da tecnologia e compromisso de manter a linha de produção no País. 

Outra regra a ser atendida é que fabriquem ou estejam no ciclo de produção dos “Produtos Estratégicos de Defesa - PED”, itens que, pelo conteúdo tecnológico, pela dificuldade de obtenção ou pela imprescindibilidade, sejam de interesse estratégico para a defesa nacional.


Sancionada em março do ano passado, a Lei 12.598/2012 além de instituir um marco regulatório para o setor de defesa, estabelece incentivos ao desenvolvimento de tecnologias indispensáveis ao Brasil.




sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

10 citações inspiradoras de Nelson Mandela

Nesta quinta-feira (5) faleceu Nelson Mandela, símbolo da luta pela igualdade racial no mundo. 

O ex-presidente da África do Sul foi considerado um dos principais responsáveis pelo fim do regime racista do apartheid, que separava brancos de negros entre 1948 a 1993.

Mandela ficou preso durante 27 anos e ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1993, sendo eleito em 1994 o primeiro presidente negro da África do Sul, nas primeiras eleições multirraciais do país.

Como homenagem o CicloVivo separou 10 citações de Mandela que nos inspiram a seguir lutando por uma sociedade mais justa, com mais respeito, tolerância e paz.

“A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.”

"Não existe revelação mais nítida da alma de uma sociedade do que a forma como esta trata as suas crianças."

“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.”

“Sonho com o dia em que todos levantar-se-ão e compreenderão que foram feitos para viverem como irmãos.”

"Ainda há gente que não sabe, quando se levanta, de onde virá a próxima refeição e há crianças com fome que choram."

“Devemos promover a coragem onde há medo , promover o acordo onde existe conflito, e inspirar esperança onde há desespero.”

"Ser pela liberdade não é apenas tirar as correntes de alguém, mas viver de forma que respeite e melhore a liberdade dos outros."

"Tudo parece impossível até que seja feito."

"Liberdade parcial não é liberdade."

"A prioridade é sermos honestos conosco. Nunca poderemos ter um impacto na sociedade se não nos mudarmos primeiro. Os grandes pacificadores são todos gente de grande integridade e honestidade mas, também, de humildade."

Nelson Mandela

ciclovivo.com.br

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Empresa russa lança celular com duas telas


A Rússia não tem tradição na produção de smartphones, embora seja um grande e rentável mercado para as maiores fabricantes. Para tentar se projetar, a desenvolvedora de modems Yota Devices aposta num celular diferente e curioso, com duas telas: uma na frente e outra no verso, é claro.

Sediada em Moscou, a companhia lançou o YotaPhone nesta quarta-feira e vai vendê-lo de imediato na Áustria, França, Alemanha e Espanha. Para o ano que vem, o plano é mais ambicioso e prevê exportação para 15 países, entre eles alguns no Oriente Médio.

"Se tivermos acertado, ficaremos felizes pois de dois a três anos todos vão nos copiar", disse o presidente-executivo da Yota, Vlad Martynov, em referência ao ineditismo do primeiro iPhone. A princípio, o celular não deverá chegar aos Estados Unidos, onde a concorrência é mais acirrada.

A tela frontal do YotaPhone é feita de LCD; já a traseira projeta um papel eletrônico, com baixa luminosidade e contraste, semelhante à do leitor digital Kindle. Segundo a empresa, a segunda tela torna mais confortável a leitura rápida de mensagens e notificações das redes sociais, exibe mapas, consome menos bateria e poder ser acessada sem desbloquear o aparelho.

Reprodução

Baseado em Android , o smartphone russo é montado na China e em Taiwan e está à venda pelo equivalente a US$ 600. As especificações? O processador é um Spadragon dual-core S4 com clock de 1,7 GHz, memória RAM de 2GB, tela de 4,3 polegadas (resolução de 720p na frontal) e bateria com 1800 mAh. Que tal?

Via: Reuters

O pessoal do Engadget teve acesso ao celular durante a fase de testes e gravou as imagens a seguir que detalham seu funcionamento:



Jipe chinês parte para pouso na Lua

Por Salvador Nogueira
Foguete Longa Marcha-3B impulsiona sonda chinesa Chang’e-3 à Lua.

A China está muito próxima de realizar o primeiro pouso suave na Lua em quase 40 anos. Partiu neste domingo, do Centro de Lançamento de Satélites de Xichang, o foguete Longa Marcha-3B que impulsionará a sonda Chang’e-3 até nosso satélite natural.

O lançamento se deu conforme o esperado, às 15h30 (de Brasília). A espaçonave deve entrar em órbita lunar no dia 6, e o pouso do veículo, levando o jipe Yutu, deve acontecer no próximo dia 14.

O último pouso suave feito na Lua foi realizado pela sonda soviética Luna-24, em 1976. Para os chineses, que se tornaram o terceiro país com capacidade de lançar astronautas ao espaço por seus próprios meios em 2003, trata-se da terceira missão lunar.

As duas predecessoras, Chang’e-1 (2007) e Chang’e-2 (2010), eram orbitadoras. Foi com base nas imagens delas que o local de pouso da Chang’e-3 foi escolhido, na borda de Sinus Iridum.

ENTRE LENDAS E A HISTÓRIA

Em antigos textos chineses, Chang’e é uma deusa lunar, e Yutu é uma espécie de mascote dela, o “Coelho de Jade”. Curiosamente, 44 anos atrás, a tripulação da Apollo-11, primeira missão tripulada a pousar na Lua, procurou-os por lá.

Pouco antes de o módulo de pouso se separar do módulo de comando para a tentativa de pouso, o controle da missão disse ao trio de astronautas:

- Entre as grandes manchetes ligadas a Apollo nesta manhã, há uma pedindo que vocês procurem uma garota adorável com um grande coelho. Uma antiga lenda diz que uma bela garota chinesa chamada Chang-o tem vivido lá por 4.000 anos.

Parece que ela foi banida para a Lua porque roubou a pílula da imortalidade de seu marido. Vocês também podem procurar seu companheiro, um grande coelho chinês, que deve ser fácil de encontrar, já que ele está sempre em pé sobre suas patas traseiras à sombra de uma caneleira.

O nome do coelho não foi reportado.
Michael Collins, o astronauta que ficaria a bordo do módulo de comando enquanto Neil Armstrong e Buzz Aldrin desceriam ao solo lunar, respondeu:

- OK. Vamos ficar de olhos abertos para procurar a garota do coelho.

Em 1969, eles naturalmente não os encontraram. Mas, se tudo correr bem, até o dia 14 Chang’e deve estar mesmo por lá, nos mandando belas imagens de seu coelho Yutu passeando pelo solo lunar.

PLANO EM ETAPAS

Com a missão, os chineses se tornarão o terceiro país a pousar suavemente artefatos na Lua, atrás apenas de americanos e russos. E quem acha que eles vão parar por aí está muito enganado. Já há planos para um segundo jipe, levado pela Chang’e-4 (em 2015) e uma missão de retorno automatizado de amostras, Chang’e-5, em 2017. E depois? Poucos duvidam que o próximo passo será o envio de taikonautas (apelido dado aos astronautas chineses pelo Ocidente) à superfície lunar.

Ao olhar o desenho do módulo de pouso da Chang’e-3, muito maior do que o que seria exigido para o tamanho do jipe que o acompanha, muitos analistas julgam que ele seja um precursor de uma versão maior, capaz de transportar humanos. Dê uma olhada nesta comparação entre a Chang’e-3 e o sistema Apollo, usado pelos americanos para levar astronautas à Lua.

Comparação entre a Chang’e-3 e o sistema Apollo. Alguém aí quer carona para a Lua?

Ninguém duvida que os primeiros anos da década de 2020 verão astronautas chineses caminhando sobre a Lua. E para ficar. O Mensageiro Sideral torce muito pelo sucesso dos chineses nesse incrível empreendimento! Um vídeo bacanérrimo, narrado em inglês, que mostra todo o processo de lançamento da Chang’e-3 pode ser visto aqui.
mensageirosideral.blogfolha.uol.com.br

China launches lunar probe and rover to moon CCTV News - CNTV English

China launches lunar probe and rover to moon CCTV News - CNTV English

Novo golpe contra a Petrobrás

O Estado de S.Paulo
Com a campanha eleitoral a todo vapor, os interesses políticos do governo e de seu partido prevaleceram mais uma vez e a Petrobrás foi condenada a operar, de novo, com preços insuficientes para suas necessidades de caixa e para seu plano de investir US$ 236,7 bilhões entre 2013 e 2017.


Na sexta-feira as ações da empresa subiram, nas bolsas, com a expectativa de ajuste dos preços da gasolina e do diesel. Na segunda-feira, a decepção com os números anunciados e com o lacônico informe divulgado pela estatal provocou o efeito contrário.

No fim da tarde os papéis da companhia acumulavam perdas próximas de 10%, apenas parcialmente compensadas no dia seguinte. A decisão de manter em sigilo a fórmula seguida pelo reajuste foi especialmente criticada por vários analistas.

Mas essa crítica foi a menos fundamentada. Quanto aos critérios, a decisão do Conselho Administrativo, presidido pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi perfeitamente clara: o governo continuará a controlar os preços dos combustíveis de acordo com sua conveniência político-eleitoral.

Ao seguir essa estratégia, o Executivo continuará tentando administrar os índices de inflação. Combater seriamente a inflação daria muito mais trabalho e seria incompatível com a orientação consagrada no Palácio do Planalto, executada pelo ministro da Fazenda, imposta há vários anos à Petrobrás, adotada este ano em relação às tarifas de eletricidade e enfiada pela goela de prefeitos e governadores, forçados, há alguns meses, a anular reajustes das passagens de transporte urbano.

Na sexta-feira, depois de uma longa reunião, o Conselho Administrativo oficializou aumentos de 4% para a gasolina e de 8% para o diesel, cobrados em refinarias. Com isso, a diferença em relação aos preços internacionais da gasolina caiu de 15% para 10%.

No caso do diesel, a redução foi de 20% para 12%, segundo cálculos de especialistas. As estimativas podem variar, mas os valores em reais permanecem defasados. A Petrobrás continuará subsidiando o consumo e acumulando perdas com as importações.

Com a geração de caixa prejudicada, terá de recorrer a mais financiamentos para investir. Segundo a nota distribuída na sexta-feira, depois da reunião, a empresa tentará, nos próximos 24 meses, levar os indicadores de endividamento e de alavancagem de volta aos limites estabelecidos no plano de negócios.

A manutenção de preços defasados, no entanto, tornará difícil atingir essas metas mesmo num prazo tão longo quanto o de dois anos. Também segundo a nota, a companhia continuará buscando, "em prazo compatível", a convergência de seus preços com os internacionais.

A compatibilidade, no caso, será com a reeleição da presidente da República? Essa é, neste momento, a resposta mais provável. Com essa perspectiva, fica mais fácil de entender a indicação de metas financeiras para os próximos 24 meses, sem resultados prometidos para a fase de campanha eleitoral.

O próximo ano, tudo indica, será mais um período ruim para a Petrobrás e para seus ambiciosos planos de investimento.

Para esse plano, a empresa dependerá de equipamentos cotados em dólares e terá de recorrer a enormes financiamentos em moeda estrangeira. Deverá levar em conta, em todo o seu planejamento, as condições e perspectivas de um mercado vinculado a valores fixados em moeda americana.

Ao rejeitar a política de preços proposta pela presidente da Petrobrás, Graça Foster, a presidente Dilma Rousseff declarou-se contrária ao uso de cotações em dólares como referências para os preços internos.
Esse critério é uma aberração gerencial.

Mas a presidente da República é a pessoa mais influente na definição de estratégias da Petrobrás, uma empresa gigante envolvida num complicadíssimo projeto de pesquisa e exploração de petróleo.

Esse empreendimento, no entanto, vira questão secundária, quando se trata de maquiar a inflação em benefício de um projeto mais importante, para a presidente e seu partido: a reeleição.

 Em outros países, os preços dos combustíveis flutuam livremente e a inflação é baixa, porque o conjunto da política é mais sério. Seriedade dá trabalho.

www.estadao.com.br

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Drones: O que são e para que servem? Tecnologia invade o espaço aéreo


Filipe Garrett Para o TechTudo

O drone é uma das tecnologias que mais tem chamado a atenção nos últimos meses. Equipados para resistir a trabalhos pesados e ambientes hostis, esses equipamentos podem ter diversas utilidades. No entanto, se você ainda tem dúvidas sobre o que é um drone e para que eles servem, não se preocupe. O TechTudo reuniu as principais informações sobre esta tecnologia.
Dones são equipamentos que podem ser usados para multiplas funções (Foto: AFP)Dones são equipamentos que podem ser usados para multiplas funções (Foto: AFP)
- O que é um drone?

A associação mais simples para entender o que são drones, e mesmo para que servem, é lembrar de brinquedos de controle remoto. O conceito é simples: com um controle via rádio, você pode manobrar um drone sem tocar nele.

No geral, estes aparelhos são concebidos para realizar tarefas arriscadas ao ser humano ou ferramentas para trabalhos que ninguém quer realizar.

Essas características ajudam a entender como esses equipamentos se tornaram muito comuns entre aparatos militares e de vigilância. No entanto, há aplicações mais pacíficas, como no uso profissional de fotógrafos, resgates e limpeza de lixo tóxico. Conheça melhor algumas utilidades:
- Profissional audiovisual
Storm Drone 4 foi criado para funcionar com uma GoPro e custa aproximadamente R$ 2300 no Brasil (Foto: Divulgação)Storm Drone 4 foi criado para funcionar com uma GoPro e custa aproximadamente R$ 2300 no Brasil (Foto: Divulgação)
Os drones tem sido muito adotados por fotógrafos e cinegrafistas como suporte para câmeras com o objetivo de fazer imagens aéreas de casamentos, atividades esportivas e outras festividades. No Brasil, é possível comprar alguns modelos em lojas específicas por valores que partem dos R$ 2 mil. Muito leves, esses aparelhos costumam ter baterias bem pequenas, o que reduz sua autonomia de voo para poucos minutos.

- Trabalho sujo
Quando grandes volumes de material radioativo são liberados na natureza, é necessário coletá-los rapidamente. No entanto, como essas substâncias são altamente nocivas, drones podem ser empregados nesse tipo de trabalho.

No Japão, por exemplo, o acidente de Fukushima desencadeou o desenvolvimento de diversas unidades para trabalhar em acidentes radioativos. Infelizmente, os primeiros protótipos só ficaram prontos quando o vazamento já estava fora de controle, mas isso não impediu o uso dos aparelhos.
O T-Hawk (à esquerda) foi usado em Fukushima para registrar imagens dos reatores danificados. No futuro, drones poderão ser usado na limpeza de material tóxico (Fotos: Engadget/CNN)O T-Hawk (à esquerda) foi usado em Fukushima para registrar imagens dos reatores danificados. No futuro, drones poderão ser usado na limpeza de material tóxico (Fotos: Engadget/CNN)
 
Na época do desastre, os japoneses mandaram um T-Hawk, drone equipado com câmeras, para capturar imagens do interior dos reatores danificados e estimar danos e estratégias de contenção dos vazamentos. Esse tipo de imagem seria impossível de se obter sem um drone, já que seres humanos não sobreviveriam a uma viagem até a área para informar os estragos e estimar caminhos de ação.
- No ar 
Há ainda drones com uso mais ofensivo, armados para bombardear alvos militares. Assim como os modelos de vigilância, eles voam para áreas pré-determinadas, onde soltam bombas sobre os alvos. No geral, são aviões mais simples e a perda dessas máquinas, em virtude da defesa do inimigo, não representam grandes perdas. Afinal, o custo de uma aeronave não tripulada é muito inferior ao de aviões convencionais e a sua queda não representa custo humano.
É comum associar drones com suas aplicações militares e de vigilância (Foto: Reprodução/Wired.com)É comum associar drones com suas aplicações militares e de vigilância (Foto: Reprodução/Wired.com)
 
Para se ter uma ideia, um drone da Força Aérea Norte-americana pode custar entre 800 mil e US$ 1 milhão (Entre R$ 1,8 milhão e R$ 2,2 milhões). Enquanto isso, um caça pode chegar a US$ 65 milhões (cerca de R$ 145 milhões).

Drones no Brasil, é verdade? Comente no Fórum do TechTudo!
Em grandes eventos, como na Copa do Mundo de 2014 e nos Jogos Olímpicos de 2016, há a promessa das autoridades brasileiras de que equipamentos semelhantes serão utilizados para vigilância e segurança.

www.techtudo.com.br

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Suspeita de explosivos em plataforma da Chevron - Bacia de Campos


Atividade na Bacia de Campos, a 230 quilômetros da cidade de Macaé, no norte fluminense, estava suspensa desde sábado, quando foi encontrado material com suspeita de ser explosivo; depois de ser acionada, a Marinha enviou imediatamente para o local três embarcações, dois helicópteros, mergulhadores de combate e fuzileiros navais



Edição247-Divulgação:

Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A Marinha autorizou na tarde de ontem (1º) a retomada das operações na Plataforma Frade, da empresa petrolífera Chevron Brasil, na Bacia de Campos, a 230 quilômetros da cidade de Macaé, no norte fluminense.

A atividade estava suspensa desde as 19h de sábado (30), quando foi encontrado na plataforma material com suspeita de ser explosivo.

Um Inquérito sobre Acidentes e Fatos da Navegação foi aberto para investigar em 90 dias em que circunstâncias o material suspeito apareceu na plataforma.

A caixa foi encontrada pela tripulação da plataforma, que acionou a Marinha. Para investigar o ocorrido, a força instalou um gabinete de crise, integrado por militares e policiais federais e civis.

Na manhã de ontem, ficou comprovado por meio de raio X que o material da caixa "era inerte e não possuía dispositivo de detonação", de acordo com nota divulgada pela Marinha.

Sábado, depois de ser acionada, a Marinha enviou imediatamente para o local três embarcações, dois helicópteros, mergulhadores de combate e fuzileiros navais. Somente da Força, participaram da operação de emergência cerca de 300 militares.

A Chevron, companhia responsável pela plataforma, que participou das operações entre a noite de ontem e a manhã de hoje, não foi localizada pela reportagem para comentar o ocorrido.

Recentemente, a companhia foi condenada a pagar R$ 95,16 milhões por danos ambientais por vazamento de petróleo na mesma bacia, em novembro de 2011 e março de 2012.

www.brasil247.com

A corrupção e o moralismo na política

Por Motta Araujo
O MORALISMO NA POLÍTICA - A corrupção faz parte da política desde tempos imemoriais. Nos Estados anteriores à Era Moderna não havia separação entre o dinheiro do Estado e o cofre do Soberano.

 Foi a partir da Revolução Francesa, com a construção do Direito Administrativo, que nasce na França o conceito de recursos públicos à serviço da população e não de quem governa. 

Na mesma França onde o Cardeal de Richelieu declarou ao seu confessor no leito de morte que era o homem mais rico do País, depois de governá-lo como Primeiro Ministro, "sou mais rico que o Rei" disse o Cardeal.

Foi com a lenta evolução do direito, dos costumes políticos e da consciência social que a confusão entre o público e o privado e a consequente corrupção foi sendo controlada mesmo nos países mais civilizados. 
Nos EUA após a Guerra Civil e até o começo do Século XX a corrupção política era avassaladora. 
No Brasil do Império os Embaixadores em Londres pediam comissão sobre os empréstimos contratados pelo Tesouro aos banqueiros.
Enquanto a corrupção vai sendo lentamente controlada com altos e baixos, no Brasil havia menos corrupção nos dois Governos Vargas do que há hoje, e olhe que Vargas não era um fanático combatente contra a corrupção, embora fosse pessoalmente honesto e obviamente a corrupção no Brasil vem crescendo ano a ano desde a Nova República.
Mas sendo a luta contra a corrupção uma exigência da sociedade, o Moralismo como bandeira política não faz parte dessa luta, apenas usa seus elementos como bandeira e ao fim tem objetivos bem menos nobres.
Dois nomes símbolos do Moralismo como bandeira, Jânio Quadros e Carlos Lacerda, não melhoraram o Brasil numa avaliação historica ampla. Os arautos do Moralismo são espertos que usam essa bandeira para construir seus próprios objetivos raramente nobres e costumam gerar custos pol[iticos muito mais caros do que os resultados que atingem com seus métodos e campanhas, porque corrupção não se combate com saltos e sim com evolução.
Um pequeno modelo de como o combate à orrupção mesmo bem intencionado pode fazer o seu contrário: o Tribunal de Contas da União, ao apontar irregularidades em uma obra costuma mandar parar a obra. É uma insensatez única, abismal. A parada da obra custa MUITO MAIS, pode ser centenas de vezes mais do que o custo da irregularidade, não fazem cálculo de custo/benefício, é impressionante. 
Na obra do Corinthians em Itaquera a mesma coisa, caiu um guindaste, mandaram parar os outros nove, sem se importar que a obra tem um prazo apertado para conclusão. 
No mensalão o processo custou muito mais, se consideramos todos os fatores, do que a eventual perda de dinheiro publico. O Moralismo agride a lógica e não traz nenhum resultado.