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domingo, 21 de julho de 2013

"A Terra Vista do céu" chega em Belo Horizonte - Fantástico !!!


O meio ambiente visto por um ângulo diferente. Esse é o foco da exposição.

“A Terra vista do céu” do fotógrafo e ambientalista francês Yann Arthus-Bertrand, que chega pela primeira vez ao Brasil. Depois de uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro e em Brasília, a exposição chega a Belo Horizonte, de 16 de julho a 01 de setembro.


A céu aberto, a mostra revela tanto as belezas de diversas partes do mundo, quanto as mudanças na natureza causadas pelas ações do homem. Através de 130 imagens de grandes dimensões, feitas do alto de helicópteros e balões, a mostra convida o público e visitantes de Belo Horizonteque a expolorar esse plneta incrivelmente belo e, ao mesmo tempo frágil, propondo uma reflexão sobre sua evolução 20 anos após a realização da “Eco 92”, que desencadeou o trabalho do fotógrafo.
Vista por mais de 120 milhões de pessoas em mais de 100 países, a mostra propõe uma reflexão sobre a evolução do planeta de forma lúdica e com arte. A mostra oferece diariamente visitas guiadas ao público em geral e está aberta a grupos de estudantes, ONG´s, Pontos de Cultura.


Para intensificar o diálogo com o público, em especial crianças e jovens, está disponível no site da exposição para download gratuito um interessante material educativo.

Esse mesmo material terá distribuição gratuita para os grupos de escolares visitantes da exposição para incentivar o trabalho em sala de aula acerca do tema da sustentabilidade.
Horários da exposiçãoCentro de Visitantes e monitores - terça a domingo de 9h às 18hIluminação dos expositores - Diariamente até às 23h.
Visitas Guiadas
9h, 11h e 14h – Visita guiada à exposição para grupos escolares, Ong´s, Pontos de Cultura
10h e 15h – Visita guiada à exposição para o público em geral

Aos domingos não haverá visitas guiadas devido à realização da Feira de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades de Belo Horizonte.

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Ao visitar o Site: http://terravistadoceu.com/sobre-a-exposicao/

Abaixo do texto, vê-se a coletânea de fotos da Exposição, clicando sobre cada foto, você a verá isoladamente e o histórico sobre a Foto.

Tive a imenso prazer de estar em Belo Horizonte neste domingo, 21ago2013 e me extasiar com com a arte da fotografia, chocado ao visualizar recantos de nosso planeta rumo ao desiquilíbrio acelerado, realidades duras de pessoas pelo mundo, e outras imagens belíssimas!

Uma obra que nos chama para refletirmos o que somos, o que fazemos e o que seremos, teremos e acima de qualquer coisa, o que deixaremos aos nossos filhos!

Abaixo algumas fotos e seus textos explicativos:




CENTRO-PIVÔ DE IRRIGAÇÃO, WADI RUM, REGIÃO DE MA’AN, JORDÂNIA

Esse pivô central de aspersão autopropulsor fornece aos cultivos água retirada por perfuração em camadas profundas do subsolo (de 30 a 400m), em superfícies irrigadas de 78 ha, por meio de uma rampa pivotante munida de tubos de aspersão, com cerca de 500m e montada sobre rodas de trator. Na Jordânia, o volume de água consumido ultrapassa o das reservas renováveis. Os lençóis subterrâneos são explorados num ritmo duas vezes superior ao da realimentação, quando não se trata de lençóis fósseis não renováveis. A produção de uma tonelada de cereais necessita de cerca de 1.000 toneladas de água. Os países do Oriente Médio, confrontados com necessidades alimentares crescentes, aplicam métodos modernos em suas agriculturas, colocando em risco suas reservas de água. Técnicas de irrigação como as da microirrigação permitiriam economizar até 50% da água. Entretanto, exigindo muita mão de obra, elas foram pouco a pouco abandonadas nas últimas décadas. Fazer o deserto florir pode parecer milagroso, mas ocasiona o racionamento para a população e a salinização das águas subterrâneas e dos solos. Essas práticas agrícolas e de irrigação não sustentáveis são a causa da perda de fertilidade. Das terras irrigadas do planeta, 20% são afetadas pela salinização e a cada ano de 250.000 a 500.000 hectares são perdidos para a produção agrícola.
Desde 1992, as superfícies agrícolas irrigadas aumentaram em 21 %.
Fonte: Portal GEO Data PNUMA / FAO




BAIRRO NOROESTE DE NOVA ORLEANS, PERTO DO LAGO PONTCHARTRAIN, APÓS FURACÃO KATRINA, LOUISIANA, EUA

Os tetos quase não ultrapassam essa mistura de águas residuais, gasolina e produtos químicos na qual as bactérias se desenvolvem ainda melhor com as temperaturas que passam de 30°C durante o dia. No dia 29 de agosto de 2005, o furacão Katrina, de nível 4 numa escala até 5, atingiu a costa norte-americana do golfo do México. Sob a força dos ventos (mais de 200km/h), as ondas submergiram as barreiras de proteção, que romperam em inúmeros locais, inundando mais de 80% da cidade. Várias dezenas de milhares de pessoas ficaram prisioneiras das torrentes e mais de mil pereceram. A maioria das vítimas fazia parte da população pobre da cidade (30% dos habitantes), que não tinha possibilidade de sair da região. Contudo, a catástrofe era, em parte, evitável, pois as autoridades locais e federais já tinham alertado há muito tempo sobre o risco de submersão relacionado ao desgaste e à fragilidade das barreiras e à fraqueza dos dispositivos de evacuação.

Durante a década de 2001-2010, as catástrofes naturais mataram 1,2 milhão de pessoas e custaram 1.023 bilhões de dólares. Se os terremotos são os mais assassinos, os ciclones e tempestades tropicais geram os estragos mais dispendiosos.
Fonte: ONU / Centro de Investigação sobre a Epidemiologia de Desastres (CRED)




VOLTA DA PESCA EM KAYAR, SENEGAL
Dotados de uma alternância sazonal de correntes frias ricas em nutrientes vindos das ilhas Canárias e de correntes quentes equatoriais, os 700 km do litoral senegalês têm uma fauna marinha abundante. Essa riqueza local alimenta a pesca costeira, 80% artesanal, praticada com linhas ou redes a bordo de pirogas de madeira motorizadas. Mas ela também atrai traineiras de congelação europeias e chinesas, com melhor desempenho, que, graças à assinatura de acordos de pesca, exploram intensivamente os recursos retirando-os dos países da região. Existe também uma pesca pirata que a marinha senegalesa tem dificuldade em controlar. Com uma produção anual de cerca de 400.000 toneladas e 600.000 empregos diretos e indiretos, a pesca ainda é o primeiro recurso econômico do Senegal, e alimenta principalmente o mercado local: atum, sardinhas e pescadas são, na maior parte, vendidos na própria praia, nos locais de desembarque das pirogas. Os peixes são secos, defumados, preparados ou salgados antes de serem conduzidos para o interior do país. Para os senegaleses, como para um bilhão de pessoas no mundo, o oceano representa a primeira fonte de proteínas animais.
As pescas diminuíram ligeiramente entre 1992 e 2009. Em compensação, a pesca de atum aumentou em 35%, passando de 3.100.000 toneladas em 1992 a 4.200.000 toneladas em 2008.
Fonte: PNUMA