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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Brasil cresce em artigos científicos mas gera poucas patentes

Com informações da Agência Brasil

Os cientistas brasileiros publicaram 46,7 mil artigos científicos em periódicos no ano passado, número que coloca o Brasil em 14º lugar como produtor mundial de pesquisas.

A área que mais produziu artigos foi a medicina clínica. No período de 2008 a 2012, foram produzidos quase 35 mil artigos.

Em segundo lugar, ficou a ciência de plantas e animais, com 19,5 mil artigos no mesmo período. Ciências agrárias produziram 13,5 mil artigos entre 2008 e 2012.

O maior crescimento foi visto nas ciências sociais e gerais, que saltaram de 1,5 mil entre 2003 e 2007 para 9,8 mil entre 2008 e 2012.

Como consequência do aumento na produção científica, o pedido de patentes no país chegou a 170 mil no período de 2003 a 2012.

Segundo o INPI, há um forte crescimento do número de pedidos de patentes, que foi 33,5 mil em 2012, com projeção de alcançar 40 mil este ano.

Os maiores detentores de patentes no país foram a Petrobras e as universidades públicas.

De 2003 a 2012, a Petrobras registrou 450 patentes. Logo atrás, veio a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com 395 patentes.

Em terceiro, ficou a Universidade de São Paulo (USP), com 284 patentes.

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) vem logo em seguida, com 163 patentes.

De acordo com o relatório, a ausência de empresas privadas na lista dos maiores detentores de patentes reflete um aspecto negativo do país.

A China está em primeiro lugar no ranking, seguida por Estados Unidos, Japão e Europa.

O trabalho, elaborado pela empresa Thomson Reuters, foi feito em parceria com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Fonte: www.inovacaotecnologica.com.br